Dourados, 01 de Maio de 2026

ESCOLHA DE BOLSONARO PODE SACRIFICAR CANDIDATURA DE NELSINHO, SORAYA OU REINALDO
ESCOLHA DE BOLSONARO PODE SACRIFICAR CANDIDATURA DE NELSINHO, SORAYA OU REINALDO
ESCOLHA DE BOLSONARO PODE SACRIFICAR CANDIDATURA DE NELSINHO, SORAYA OU REINALDO

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Três pré-candidatos ao Senado em Mato Grosso do Sul estão de olho nas tratativas dos partidos para a eleição de 2026, quando serão eleitos dois senadores. PSDB, PSD e Podemos conversam sobre possível aliança para 2026, o que pode interferir diretamente nos planos dos pré-candidatos do Estado.

Se confirmada aliança, Reinaldo Azambuja (PSDB), Soraya Thronicke (Podemos) e Nelsinho Trad (PSD) serão atingidos em Mato Grosso do Sul. O trio pretende concorrer ao Senado, mas uma possível fusão (junção de dois partidos definitivamente) ou federação (aliança por tempo determinado) permitirá a candidatura de apenas um dos três.

Os outros dois precisarão encontrar novo partido e terão dificuldade, já que a maioria entre os 10 maiores partidos (contando tempo e fundo partidário) tem candidato próprio ou apoia alguém.

Maior partido do Estado, o PSDB, presidido por Azambuja conversa com MDB, PSD, Podemos e Solidariedade sobre possibilidade de aliança. Solidariedade e MDB não têm pré-candidatos ao Senado, o que facilitaria a vida de Reinaldo Azambuja.

Já o Podemos e PSD têm como pré-candidatos à reeleição Nelsinho e Soraya. Se confirmada a aliança, pelo menos dois terão que procurar novo partido e devem enfrentar dificuldade para conseguirem uma sigla com boa estrutura.

Uma das portas se fechou recentemente. Nelsinho e Reinaldo afirmam terem recebido convite de Jair Bolsonaro (PL) para se filiarem ao Partido Liberal (PL). Porém, recentemente, o ex-presidente afirmou que o partido terá uma mulher candidata, fechando as portas para Nelsinho e Reinaldo. Soraya já não teria vaga no PL porque é brigada com Bolsonaro.

Terceiro maior partido, o União Brasil ainda não tem candidato ao Senado no Estado e poderia ser uma opção para os dois que sobrarem. Neste caso, Soraya precisaria voltar, já que deixou o partido após briga por espaço com a presidente estadual, Rose Modesto.

Quarto maior partido, o PP da senadora Tereza Cristina também não teria espaço, já que terá candidato próprio. Quinto maior, O MDB, mesmo que não se una ao PSDB, já tem compromisso de apoiar Reinaldo Azambuja, fechando as portas para Nelsinho e Soraya.

Sétimo partido em número de deputados federais, o que conta para tempo na propaganda e fundo partidário, o Republicanos também deve fazer fusão, mas com o PP, o que impediria ao brigo a dois sem partido.

Oitavo partido, PDT e PSB não têm candidato ao Senado, mas são partidos que atuam mais como centro/esquerda, o que dificultaria a vida do trio, mais inclinado para direita. O décimo lugar é justamente do PSDB, que tenta a fusão para conseguir mais tempo e dinheiro para a corrida eleitoral.

Fonte: Investiga MS

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