Dourados, 21 de Abril de 2026

Manifestantes planejam caminhada contra Alexandre de Moraes em SP
Manifestantes planejam caminhada contra Alexandre de Moraes em SP
Manifestantes planejam caminhada contra Alexandre de Moraes em SP

Publicado em:

Share on whatsapp
Share on facebook
Share on twitter
Share on email

Uma passeata silenciosa contra o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), será realizada por manifestantes. A concentração para o ato será no Museu de Arte de São Paulo (Masp), a partir das 16h, e seguirá até a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), nesta quarta-feira, dia 12.

De acordo com Guilherme Sampaio, um dos organizadores do evento, os manifestantes planejam marchar pela Avenida Brigadeiro Luís Antônio até a Alesp para atrair a atenção da Organização dos Estados Americanos (OEA). É esperado que representantes da OEA se reúnam com parlamentares paulistas.

Em uma conversa com o Jornal da Oeste nesta terça-feira, 11, Sampaio declarou que a ação não apenas visa o “impeachment” de Moraes, mas também clama pelo término da perseguição política no Brasil, anistia aos detidos em 8 de janeiro e por uma reforma no Judiciário.

Sampaio é um dos principais nomes por trás do “#foramoraes”. O grupo também solicita o estabelecimento de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para analisar uma possível interferência internacional no Brasil. Ele ressaltou que o evento não terá carro de som e declarou que Moraes é temido pelas pessoas.

“A população está com muito medo, medo de pedir o impeachment do Alexandre”, afirmou Sampaio. “Estão com medo de falar o nome do Alexandre, com medo de falar qualquer coisa que interfira com o estado de exceção que a gente vive hoje.”

Sampaio também declarou que a entidade “#foramoraes” tem planos de promover uma manifestação mais ampla no dia 16 de março. Ele expressou críticas ao atual sistema político, que exige que os candidatos sejam membros de um partido político.

“Como vivemos em um sistema que não é possível escolher nossos políticos de maneira efetiva, ou seja, quem escolhe quem é candidato é o chefe do partido, o candidato não tem vínculo nenhum com a população de maneira direta”, afirmou. “Isso distancia o cenário político da realidade da população.” As informações são da Revista Oeste.

Fonte: ContraFatos

Veja
também

Curta nossa página no Facebook

E fique por dentro dos acontecimentos em Dourados e região